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ABNT publica revisão da Norma 5626 – Sistemas Prediais de Água

O trabalho contou com a participação de Carlos Barbara e Sergio Sgnipper.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) divulgou no dia 29 de junho a revisão da Norma Técnica NR 5626. Ela especifica requisitos para projeto, execução, operação e manutenção de sistemas prediais de água fria e água quente (SPAFAQ). O trabalho foi coordenado por Carlos Barbara, membro do Comitê de Tecnologia e Qualidade (CTQ) do SindusCon-SP, e teve como secretário o professor Sergio Sgnipper.

De acordo com a ABNT, uma instalação predial de água mais eficiente, balanceada e que atenda aos requisitos de bom desempenho pode ser obtida seguindo a norma. Os requisitos estabelecidos tratam fundamentalmente do respeito aos princípios de bom desempenho dos sistemas, conservação de água e energia, bem como de garantir a preservação da potabilidade da água.

Ela é aplicável ao sistema predial de água potável em qualquer tipo de edifício, residencial ou não. A norma não se aplica ao uso da água não potável, água em processos industriais e processos intrínsecos a equipamentos específicos.

Histórico

Créditos: Divulgação.

De acordo com Barbara, a comissão de estudos relacionada a essa norma envolveu as associações ligadas à construção sustentável, projetistas, empreiteiros, construtores, fabricantes de materiais de sistemas ligadas às instalações e representantes de associações, como SindusCon-SP e o Secovi-SP. Iniciado em outubro de 2009, os debates com todas as partes interessadas geraram uma quantidade imensa de questionamentos.

A atuação de Barbara foi como conciliador e mediador das sugestões com a capacidade de ouvir os argumentos das partes e promover o debate incentivando para que não resultasse numa norma excessivamente prescritiva e burocrática. “A norma 5626 tem um papel importante porque unificou duas normas de água fria e quente, que apresentavam divergências entre si”.

Barbara ressalta ainda que duas outras normas nasceram no âmbito dos debates dessa comissão de estudos: a de conservação de água e a relacionada ao risco da presença da legionella (legionella pneumophila, uma bactéria)  dentro das instalações, quando a temperatura de água quente em reservatórios ou tubulações permanece por longos períodos em intervalos de temperatura entre 25 e 55ºC.

Fonte: SindusCon SP

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