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Mulheres Inspiradoras.

Mulheres inspiradoras

Começando as comemorações do Dia Internacional da Mulher escolhemos 03 filmes que podem nos ajudar a entender um pouco desta missão. Mulheres forte que em diferentes épocas mostram o quanto é necessário ainda refletirmos sobre algumas questões.

Mulheres inspiradoras
Crédito: Divulgação

O filme que em inglês se chama Hidden Figures já nos passa uma ideia do que aconteceu. No auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, provou ser o elemento crucial que faltava na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação. Destaque para Mary Jackson a primeira engenheira negra da NASA , que foi homenageada no ano passado com a mudança do nome da sede da Agência em Washington.

Mulheres inspiradoras
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O sucesso da série “The Crown” na Netflix mostra o quanto as histórias envolvendo a Família Real são interessantes. Um dos episódios mais icônicos se deu com a morte de Lady Di e este filme retrata exatamente estes dias e como a Rainha Elizabeth II lidou com uma situação tão diferente dos rituais já definidos pela Coroa e como conviver com esta nova realidade Além da direção brilhante de Stephen Frears , que nos leva para dentro do Palácio como num reality show, a atuação magistral de Helen Mirren que ganhou o Oscar por sua atuação nos faz refletir sobre o peso da Coroa.

Mulheres inspiradoras
Crédito: Divulgação

A juíza Ruth Bader Ginsburg fez história em 1993, durante a presidência de Bill Clinton, ao torna-se a segunda mulher e primeira judia a ocupar um cargo no Supremo Tribunal de Justiça dos EUA. O seu percurso profissional, apesar de brilhante, foi pautado pelo esforço em superar uma tripla condicionante: o fao de ser mulher, mãe e judia. Por conta disto dedicou-se a causas feministas, tendo sido co-fundadora do projeto dos direitos das mulheres na União Americana pelas Liberdades Civis, durante os anos 1970. Já em Abril de 2015, foi eleita pela revista “Time” como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Sua morte no ano passado foi fator de muita discussão política por conta da eleição americana.

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