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FGMF conquista prêmio internacional para o Brasil

Em sua 4ª edição, o International Residential Architecture Awards (IRA), um dos maiores eventos de arquitetura do mundo premiou o escritório brasileiro de arquitetura FGMF (associado ao C3-Clube da Construção Civil) pelos seus projetos Casa Colina e Casa Bosque, localizados em Porto Feliz (SP).

Desafiando a topografia curvilínea em que foi construída, a Casa Colina se apropria com muita genialidade das características do terreno interligando o pavimento superior do imóvel com o jardim principal por meio de rampas que garantem a acessibilidade ao segundo andar da casa e atuam como cobertura da cozinha/área gourmet do imóvel. Pensado como um jardim suspenso, o pavimento superior possui grama em toda a sua extensão que além de agregar esteticamente também contribui no conforto climático do andar térreo.

O arquiteto e sócio da FGMF, Fernando Forte, declara que a proposta principal do projeto foi de criar integração entre os variados níveis do terreno, dando dinamismo ao imóvel conforme desejavam os proprietários.

Semelhante à Casa colina, a Casa Bosque compartilha os desníveis topográficos do interior de São Paulo, propondo em sua estrutura o casamento entre madeira, concreto e pedras, imersos em meio a vegetação e árvores nativas dispersas ao longo do seu terreno composto por 14 mil m².

Ostentando um projeto de conceito aberto, amplo, possibilitando diversos trajetos e paisagens possíveis, a Casa Bosque circunda um núcleo central que serve de transição entre os ambientes internos e externos do imóvel.

Apesar de notória, a premiação não foi a primeira da carreira do escritório, tendo o trio de arquitetos já conquistado outros grandes prêmios internacionais, como o Architizer e o Dedalo Minosse, pelo projeto do Edifício Girassol.

Sócio do FGMF, o arquiteto Lourenço Gimenes revela que o escritório sempre buscou a inovação e a contemporaneidade em seus projetos, primando pelos detalhes e atuando em todas as linhas de projeto, visão compartilhada por Rodrigo Marcondes Ferraz, arquiteto e também sócio do FGMF, ao afirmar que: “Essa pluralidade e a não especialização em um determinado tipo de programa nos ajuda a definir o DNA do escritório”.

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