Neste mês foi comemorado o Dia do Whisky, uma bebida com tantos admiradores que acabou ganhando uma data mundial exclusiva.
Existem algumas curiosidades sobre o aniversariante do mês, uma delas é a origem: uns dizem que foram os irlandeses, já outros creditam aos escoceses. Historicamente a origem da bebida remete a um árabe de nome Jabir Ib Hayan, que viveu no século VIII na região onde hoje está situado Irã -Iraque, a criação desta preciosidade.
Na época os químicos árabes eram famosos por suas poções, e a criação de Jabir foi então batizada como “água da vida”. Em gaélico, o antigo idioma escocês, foi então chamada de “uisge beatha” e mais tarde se tornou whisky.
Levada para todos os cantos do planeta, temos bons whiskies para todos os gostos, sendo os mais famosos os escoceses.
A bebida chegou pela primeira vez ao país em 1850 para atender ao Império e caiu no gosto nacional. Para se ter uma ideia Recife é a capital do mundo que mais consome whisky. Lá o tradicional “on the rocks” clássico é servido com gelo de água de coco.
Isso ajuda a explicar a posição do Brasil como o 7º maior mercado em volume. Um mercado que em sua essência é na sua maioria masculino, mas as mulheres estão começando a reconhecer o valor de um bom malte.
Ainda não temos uma produção nacional reconhecida, mas já temos destilarias que produzem suas marcas próprias, buscando usar o conceito de produção das melhores destilarias escocesas.
Também existem alguns cursos no mercado que explicam o processo de produção e montagem de uma destilaria, mas o mais seguro é buscar uma empresa terceira para realizar a produção.
Fique atento, porque somente após envelhecer por no mínimo dois anos em barris de carvalho é que a mistura de grãos, água e fermento pode ser chamado de whisky no Brasil.
Depois de tanta informação, fica a pergunta: qual o melhor whisky? O que combina com seu paladar.
Saúde.