Mercado

O setor de galpões durante e pós-pandemia COVID-19

Análise realizada pelo CEO da Retha Marino Mário da Silva.

Durante a pandemia da COVID-19, setor de locação de galpões tem se mostrado estável. A crise gerada em grande parte dos setores mundiais não atingiu com força os segmentos de galpões. Dados extraídos da plataforma CRE Tool, da Buildings, empresa brasileira em pesquisa imobiliária corporativa, demonstram que os investimentos nesta área se mantem em alta.

Comparando os dados referente ao primeiro trimestre no período de 2018 a 2020, percebemos um aumento de 3,95% no número de novos parques logísticos. Em 2018, na plataforma, haviam registrados 556 condomínios industriais, já em 2020, o saldo é de 578, um aumento de 22 novos empreendimentos em três anos.

A procura por galpões não parou, a tendência é continuar em alta, principalmente, para o mercado que necessita armazenar produtos que são vendidos na internet, bem como, o setor de serviços. Esses dados, também podem ser vistos na quantidade de metros quadrados vagos, onde, no primeiro trimestre, em 2018, haviam, 5.165.387,22m² disponíveis. Quando em 2019, esse número caiu para 4.566.880,67m² no mesmo período e, em 2020, o número diminui ainda mais, a taxa de vacância registrada é de 4.026.094,09m² no mesmo período dos anos anteriores.

Amparados pelo surpreendente crescimento do PIB, os segmentos de logística externa e interna crescem mais de dois dígitos. Créditos: Divulgação.

Com a necessidade de ficar em casa e evitar aglomerações, as vendas on-line registradas no primeiro trimestre de 2020 aumentaram em 32,76%, referente ao mesmo período do ano passado, segundo a terceira edição do relatório Neo Trust, realizado em parceria com a Compre & Confie e E-commerce Brasil.

Antes mesmo da pandemia covid-19, uma pesquisa da NZN Intelligence, apontava, em agosto de 2019, que 74% dos consumidores brasileiros preferem comprar pela internet. Isso faz, percebermos que, no pós-pandemia, o mercado de armazenamentos não sofrerá muitas alterações, deverá acontecer uma busca ainda maior de bons ativos próximo de grandes centros consumidores.

O self-storage, é uma tendência, que, nesta pandemia deverá ser intensificada, visto que, são espaços pequenos dentro de grandes centros, para pequenos lojistas que, principalmente, vendem on-line, em sites próprios ou em marketplaces, como Amazon, Magazine Luiza, Lojas Americanas, entre outros.  Deste modo, o consumidor receberá o produto mais rápido e o lojista entregador terá menor custo logístico, tornando a experiência perfeita para todos.

Neste contexto, a Retha imóveis se destaca como mais que uma imobiliária. A empresa criada em 1996, com presença em todo território nacional e sede em Cotia-SP, realiza administração de condomínios empresariais e logísticos, locação e venda, gerenciamento de projetos e obras, desenvolvimento de parques logísticos e industriais, entre outras atividades.

Créditos: Divulgação.

Nossa função é trabalhar respeitando três pilares dos nossos valores que são: segurança, inovação e responsabilidade, assim, conseguimos atender de modo transparente todas as necessidades de nossos clientes, encontrando o espaço ideal para o negócio pretendido.

Nas duas décadas de existência, a Retha atendeu mais de 19.000 clientes, possui mais de 1,5 milhões de m² de condomínios empresariais e logísticos administrados e um fluxo de 65.490 pessoas por mês.

Fonte: Retha.

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