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JARDIM VERTICAL, uma solução para grandes cidades

JARDIM VERTICAL

Uma das grandes discussões deste ano na COP26 foi como encontrar uma solução para que possamos conseguir reduzir o aquecimento global. Impossível deter o crescimento das grandes cidades e por isso a construção civil tem buscado soluções para reduzir o impacto no meio ambiente, como o ecotelhado e jardim vertical.

Quando falamos de ecotelhado vale destacar que existe uma diferença com o tradicional telhado verde. No caso do ecotelhado existe todo um estudo para implantação de um sistema de captação de água da chuva tornando assim uma solução bem mais completa.

Associar o ecotelhado a outras soluções sustentáveis auxiliam as construtoras a conseguir a Certificação Leed, entre outras, valorizando ainda mais o imóvel.

Importante lembrar que o projeto deve sempre ser realizado por uma empresa especializada, tomando cuidados com detalhes como definição da área, inclinação do telhado e impermeabilização.

JARDIM VERTICAL
Crédito: Divulgação

Outro elemento que está sempre presente quando se pensa em projetos de design biofílico e o uso do jardim vertical, cujo benefício vai muito além de tornar o espaço mais bonito. As paredes verdes favorecem o contato com a natureza, ajudam a reduzir o estresse e são ótimas para diminuir a temperatura interna do ambiente. Também podem ser usadas para isolamento acústico.

Segundo o engenheiro agrônomo João Manuel Feijó, da Ecotelhado as paredes verdes podem ser instaladas em qualquer parede ensolarada ou com iluminação indireta. A escolha correta das plantas é importante para assegurar um melhor resultado. Para ambientes expostos ao Sol, como áreas de piscina, ele sugere aspargos, lambari roxo, samambaias, singônios, assistácias, tapete inglês e dólar, por exemplo.

“Além da escolha das plantas, é importante garantir luz, água, poda e nutrientes”, ressalta o especialista em Design Biofílico.

JARDIM VERTICAL
Crédito: Divulgação

 Feijó ressalta a importância de não deixar faltar água e nem molhar em excesso. Uma alternativa é montar o jardim em módulos que são encaixados verticalmente junto à parede e utiliza um sistema semi-hidropônico, que leva para as raízes das plantas um fornecimento contínuo de água e nutrientes. Com isto, mantém a vegetação.

 Segundo ele, as superfícies vegetadas consomem até 80% da irradiação solar. “Os muros vegetados convertem calor acumulado nas paredes. Temos um ambiente interno ou externo, como áreas de piscina, muito mais agradável para estar”, ressalta.

Independente da sua escolha, cada vez mais a biofilia ganha espaço nos projetos arquitetônicos.

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