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Arquitetura escolar, necessária!

Arquitetura escolar

No dia do professor não poderíamos deixar de tratar de um assunto que nem sempre é discutido, mas faz muita diferença no dia a dia dos professores, estudantes e profissionais da educação: a arquitetura escolar.

Tão fundamental pensar nisto se lembrarmos que as crianças passam pelo menos 4 horas por dia e alguns bons anos desfrutando deste espaço, alguns profissionais passam a vida toda e por isso a questão do ambiente físico se torna tão importante.

Toda instituição de ensino funciona como um polo disseminador de conhecimento. É importante que as pessoas compreendam que a educação não se trata exclusivamente de alunos, professores e livros e nestes novos tempos, onde falamos de uma educação inclusiva e também mais centrada nos desejos e habilidades dos alunos, não combinam com salas sisudas e ambientes desconectados da realidade.

Diversos arquitetos concordam que desenvolver um bom projeto de arquitetura escolar também é, sim, uma maneira de melhorar a educação. Importante ressaltar que assim como o design de uma casa deve combinar com seu dono, a arquitetura escolar deve estar alinhada a corrente pedagógica da instituição de ensino.

A arquiteta e professora da Unicamp Doris Kowaltowski, autora do livro Arquitetura Escolar: o projeto do ambiente de ensino, é uma das defensoras de que o espaço físico da escola influencia a forma como as pessoas trabalham e aprendem dentro dele.

Estão espalhados pelo mundo diversos exemplos de projetos arquitetônicos bem inteligentes, desde restauros a propostas pensadas do zero e alguns são tão impressionantes e inovadores que chegaram até a serem premiados.

Pontos como iluminação, ventilação, conforto térmico e acústico são destacados e a preocupação com materiais facilmente higienizáveis entre outros.

O uso de cores e a biofilia como forma de criar ambientes lúdicos e ao mesmo tempo motivacionais fazem parte da estratégia. Crianças e jovens possuem diferentes formas de aprender e isto deve ser respeitado, para que o aluno se sinta integrado ao projeto.

Como se vê, arquitetura educacional não é apenas pintar paredes com temas infantis ou garantir que cada aluno tenha uma cadeira e deve ser pauta de discussão tanto nas escolas públicas quanto particulares.

Vale a reflexão!

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